Ciclista praticando Mountain Bike. Foto: Getty Images.

Mountain Bike – Tudo Sobre MTBs

De uma simples aventura para modalidade Olímpica, essa é sem dúvidas a melhor maneira de resumir o Mountain Bike.

Foi em uma tarde entediante que jovens ciclistas norte-americanos decidiram deixar o asfalto para descer montanhas e trilhas irregulares em busca de aventura e adrenalina.

Hoje, a categoria é fenômeno entre os praticantes de ciclismo que, dia após dia, conquistam ainda mais adeptos.

Para se ter uma ideia, segundo a ABRACICLO (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), de janeiro a outubro de 2021, foram fabricadas aproximadamente 650 mil bikes.

O MTB lidera o ranking das categorias de bicicletas mais produzidas, seguida pela produção de bicicletas urbana/lazer e as infanto-juvenil.

Não há como negar que o mountain bike é uma das categorias mais populares atualmente. Pensando nisso, reunimos neste conteúdo, tudo o que você precisa saber sobre a modalidade. Acompanhe:

O que é MTB?

Praticante de MTB. Foto: Getty Images

De forma sucinta, Mountain Bike significa exatamente a sua tradução do inglês: mountain significa montanha e bike, bicicleta.

Assim, consiste basicamente em descer uma montanha – ou terrenos irregulares – de bike, levando assim o esportista a lugares variados com altas doses de adrenalina.

Terrenos irregulares costumam ser preferência para quem pratica esse tipo de atividade, afinal, suas bicicletas são equipadas para encarar até mesmo os mais desafiadores e tortuosos deles.

Sua popularidade é tanta que possui até sua própria Copa do Mundo, que neste ano ocorreu entre os dias 8 e 10 de abril aqui no Brasil, na cidade de Petrópolis – RJ.

Regada à emoção do começo ao fim, a Copa do Mundo Mercedes-Benz de Mountain Bike de 2022, consagrou o suíço Nino Schurter como grande vencedor depois de uma disputa acirrada com o francês Maxime Marotte.

Mas, como foi que tudo isso começou?

História do Mountain Bike: como tudo começou

Amigos observando a vista antes de descer a montanha para praticar MTB. Foto: Getty Images

Com origem na Califórnia, a categoria MTB nasceu através da busca por novas experiências e aventuras.

Na década de 70, o grupo de amigos Joe Breese, Gary Fischer, Charlie Kelly, Charlie Cunninghan e Eric Koshi costumava descer montes e montanhas de bicicleta em alta velocidade, o que caracterizou o esporte radical.

Com tempo, eles perceberam que suas bicicletas sofriam muito com o percurso e que algumas alterações eram necessárias. Motivados a resolver esse problema, passaram a adaptar suas bikes.

Não havia peças específicas para esse fim, por isso utilizavam-se de peças de moto e bicicross.

Anos mais tarde, Joe Breese passou a fabricar quadros específicos para o MTB, sendo até hoje considerado um nome de peso do mercado.

Se no início as bikes eram tunadas em casa, atualmente as Mountain Bikes já podem ser adquiridas prontas de fábrica, o que proporcionou ainda mais popularidade para o esporte.

Modalidades do MTB

Cross Country é uma das modalidades de MTB. Foto: Getty Images

Assim que foi considerada uma modalidade esportiva oficial, o MTB passou por uma segmentação que o classifica quanto ao grau de dificuldade, estilo, terreno e até mesmo, equipamentos.

Hoje é composto por diversas categorias e cada uma delas requer dos ciclistas uma habilidade diferente. Confira algumas das principais modalidades do MTB e entenda como elas se diferem.

Cross Country

Modalidade clássica do Mountain Bike, o Cross Country (XC) pode ser praticado com bikes de passeios com suspensão dianteira e até profissionais com full suspension.

Muito popular entre os brasileiros, que gostam de trilhas e estradas de terra, sua regra é pedalar rápido, por distâncias curtas ou longas, em qualquer terreno.

Nas competições os circuitos contam com obstáculos, somados a subidas, decidas e irregularidades naturais já encontradas nos terrenos off-road.

Trip Trail

Ciclistas praticando descidas na modalide Freeride. Foto: Pixabay.

As Trip Trails são classificadas como de nível elevado e funcionam basicamente como uma maratona, onde, no lugar do tênis, o mood é a bike.

Nessa modalidade o trajeto costuma ser longo, podendo chegar até a 100km, feito por estrada de terra e com muitas barreiras no caminho para aumentar a dificuldade.

MTB Urbano

Já no MTB Urbano, todo o trajeto é feito off-road em percursos relacionados às cidades e ao ambiente urbano. Em muitos campeonatos, uma das provas consiste em descer por escadarias, saltar por casas e pontes.

Downhill

Aos amantes de adrenalina, o Downhill é o subtipo ideal, afinal é o casamento entre a alta velocidade e a descida nos morros. A experiência é tão intensa que esse é o estilo que mais utiliza a ajuda de equipamentos de segurança.

Pedalar sem capacete fechado, colete, joelheiras e cotoveleiras é impensável. Até mesmo as bicicletas, para esta modalidade, são mais robustas para suportar as dificuldades.

Nas competições de DH o vencedor é aquele que concluir o trajeto no menor tempo.

Freeride

Manobras na modalidade Freeride são constantes. Foto: Pixabay.

O Freeride é considerado uma subdivisão do Downhill. Isso acontece porque ele tem tudo que o outro estilo oferece, com o acréscimo de elementos complicadores.

Além de descer as montanhas em grande velocidade, os ciclistas precisam ter domínio técnico para seguir em cima da bike e fazer as acrobacias requeridas no decorrer do percurso, visto que nesta categoria, os saltos são essenciais.

Dirt Jump

Se tem uma modalidade perfeita para quem definitivamente não gosta de tédio, essa sem dúvidas é o Dirt Jump! Aqui o foco total é nos pulos e manobras.

O ciclista deverá passar por grandes pistas e rampas ainda maiores e, para vencer as provas, é preciso ter uma bike resistente, muita técnica, controle e equilíbrio.

Pump Track

O Pump Track poderia facilmente ser uma vertente do Dirt Jump. Ambos possuem mais ou menos a mesma intenção, mas no primeiro as coisas são um pouco mais calmas.

Uma informação importante para quem quiser se aventurar nessa categoria é que não é permitido pedalar. Sim, isso mesmo! O estilo consiste em passar por rampas, onde as acrobacias devem acontecer apenas com o impulso.

Enduro e All Mountain

Praticante de Enduro MTB descendo montanha. Foto: Pixabay.

Apesar de muito parecidas, o Enduro e o All Mountain possuem particularidades e características distintas.

Enquanto o Enduro foca na velocidade no percurso, o All Mountain é mais praticado por quem quer admirar a paisagem do percurso.

Deste modo, embora o caminho possa ser o mesmo, o tempo final será completamente diferente. Além disso, vale destacar que para muitos o Enduro e o All Mountain são a junção do XC com o DH. Isso porque é preciso alinhar resistência e técnica nas descidas e subidas.

Fatbike

Considerada como uma das novidades do MTB – embora não seja tão recente – a Fatbike nada mais é do que as características comuns do Mountain Bike, mas praticado com uma bike mais robusta.

Nesta modalidade em específico, os pneus são mais largos, o quadro é mais baixo e as peças mais resistentes. Deste modo, é possível alcançar um bom desempenho em terrenos arenosos, com grama alta ou neve, sem a dificuldade das bikes comuns.

Bicicleta para Mountain Bike

Bicicletas para MTB. Foto: Getty Images

As Mountain Bikes são muito populares aqui no Brasil, principalmente por serem versáteis e proporcionarem aos ciclistas a liberdade de andar por praticamente todo tipo de terreno, sem grandes preocupações.

Por conta disso, elas estão dispostas em modelos distintos, cada qual com suas próprias vantagens e desvantagens, o que os tornam mais adequados para uma determinada modalidade.

Todos os itens que irão compor as mountains bikes podem ser escolhidos conforme a necessidade e preferência de cada ciclista.

Vamos conferir quais as principais na montagem de uma MTB, suas variações e para que servem. Acompanhe:

Material do quadro

Modelos de quadro para bikes de MTB. Foto: Getty Images.

Dada as características do Mountain Bike, a bicicleta deve ser montada com peças resistentes e que aguentem os impactos e as exigências dos percursos.

Neste sentido, os quadros são um dos itens que mais sofrem com os tipos de estradas, porém, ao mesmo tempo que precisam ser resistentes e ter uma estrutura rígida, devem ser leves e duráveis.

Considerando estes aspectos, é possível encontrar as seguintes variações:

Quadro de Ferro

O quadro de ferro é um dos modelos mais antigos e populares. Antes de surgirem novas tecnologias e materiais, este era o quadro mais utilizado.

Entretanto, não demorou muito para que materiais mais leves como alumínio e carbono o substituíssem. Essa substituição também foi fortemente impulsionada pela facilidade de oxidação que apresentava, o que não se encontra nos demais materiais.

Quadro de Alumínio para mtb

Quadro de alumínio New Rocker. Reprodução da marca.

Por ser mais resistente, leve e não oxidar, atualmente, o alumínio é o material mais utilizado em quadros das bicicletas de MTB.

Não à toa, o quadro de alumínio domina a maior fatia do mercado, sendo inclusive, uma alternativa mais barata do que os de carbono.

Quadro de Carbono

Mais leve do que os de alumínio, com design único, layout moderno e encaixe diferente, o quadro de carbono não oxida e possui alta durabilidade.

Apesar de todas as qualidades, sua popularidade não é tão grande por conta dos altos preços, sendo assim, objeto de desejo de muitos ciclistas.

Selim

Selim para bike. Foto: Getty Images.

O selim é um dos itens mais importantes para uma bicicleta de MTB. Afinal, ele garante o contato do ciclista com a bike, sendo também o responsável por evitar dores e lesões.

Dito isso, ele deve ser escolhido de acordo com o biotipo do ciclista, observando a ergonomia e o conforto ao pedalar.

Em caso de dúvidas, a ajuda de um especialista em ciclismo é a melhor forma de evitar possíveis dores de cabeça ao adquirir uma peça inadequada.

Canote de selim

Embora não seja uma das peças de maior destaque, o canote do selim é o componente cuja função é fixar o selim ao quadro da bike. Deste modo, requer a altura seja ajustada seguindo o biofísico do ciclista.

Guidão

Modelo de guidão par MTB. Foto: Getty Images.

O guidão é a peça que permite que o ciclista controle e guie a sua bike. Ele é acoplado na bicicleta através da mesa e se apresenta basicamente em dois tipos: os retos e os curvos.

No caso do reto é o mais popular entre os praticantes de Mountain Bike, pois permite controlar a bike com maior precisão, facilitando manobras e as subidas mais íngremes.

Já o guidão curvo proporciona maior conforto ao pedalar. Dependendo da modalidade de MTB escolhida, esta pode ser a melhor opção.

Manopla

As manoplas são peças fixadas nas extremidades do guidão que servem para facilitar a direção, proporcionar conforto e dar firmeza às mãos do ciclista durante as pedaladas. Normalmente, são de espuma, borracha ou silicone.

As manoplas de espuma são as mais populares no MTB, principalmente por serem versáteis e funcionais para qualquer modalidade.

Já as de borracha podem ter diferentes desenhos e ranhuras que facilitam a aderência e o conforto.

Ainda existem as de silicone, preferidas por alguns ciclistas que as acham mais confortáveis e duráveis.

Sistema de transmissão de uma Mountain Bike

Para que as rodas da bike sejam colocadas em movimento, é preciso energia. Essa energia é gerada, naturalmente pelas pedaladas, e esse processo é conhecido como sistema de transmissão.

O sistema de transmissão de uma bicicleta é formado por itens como:

Passadores

Passadores da marca Shimano. Foto: Shimano.

Responsáveis por acionar a troca de marcha, os passadores são peças fixas no guidão e têm a função de tornar as pedaladas mais pesadas ou leves.

Os modelos são muito variados, mas os mais populares no mundo do Mountain Bike são os que permitem acionamento pelo dedo polegar e dedo indicador.

Os mais básicos permitem aumentar uma marca por clique, enquanto os mais sofisticados possibilitam mais marchas em um mesmo clique. Isso melhora o desempenho dos ciclistas em qualquer tipo de terreno ou caminho, seja em descidas ou subidas.

COROAS

As coroas são itens que simplificam o sistema de transmissão da bike, que pode ser composto por 1, 2 ou 3 coroas. Quanto mais coroas a bike tiver, maior a versatilidade em relação a velocidade você terá.

Câmbio Dianteiro

Câmbio dianteiro Shimano para MTBs. Foto: Shimano.

Acionado por meio do passador, o câmbio dianteiro é uma peça responsável por alterar a posição da corrente de uma coroa para outra.

Ao subir uma coroa, a pedalada torna-se mais pesada, sendo muito utilizada para quando se deseja ter mais velocidade.

Por outro lado, ao diminuir uma coroa, a pedalada passará a ficar mais leve, o que consequentemente faz com que o uso desse recurso seja mais bem empregado para subir ou ir mais devagar.

Câmbio traseiro

Ao contrário do câmbio dianteiro, o câmbio traseiro é responsável por trocar a posição da corrente nas engrenagens do cassete. Assim como o dianteiro, ele também é acionado por meio dos passadores, mas neste caso nos direitos.

Aqui, quanto mais engrenagens houver no cassete, maiores serão as possibilidades de troca e mais velocidade a bike poderá atingir. Além disso, é importante frisar que essa combinação, juntamente com as coroas do pedivela, é o que formará a quantidade de marchas da bike.

Cassete

Detalhe no cassete. Foto: Getty Images.

Mencionado no conteúdo do tópico anterior, o cassete trata-se de um componente traseiro formado por um conjunto de engrenagens, que são de diferentes tamanhos e agrupadas hierarquicamente.

Funcionando tal qual o princípio das coroas no pedivela, quanto maior for a engrenagem, mais leve será a pedalada e menor será a velocidade. Consequentemente, quanto menor for a engrenagem, mais pesada a pedalada será e maior será a velocidade alcançada.

Corrente

Composta por grupos de elos metálicos, a corrente em uma bike tem como função interligar a engrenagem do cassete a coroa do pedivela. Essa configuração transmite a energia da rotação do pedivela para o cassete.

É um item que deve ter maior atenção quanto à sua manutenção, sendo mais indicado pelos fabricantes trocá-la a cada 2 mil quilômetros ou antes disso se apresentar sinais de desgastes.

PedaIS

Detalhe no pedal de uma bike de mountain bike. Foto: Getty Images.

Responsáveis por transmitir a energia para o pedivela, os pedais com clique é um produto muito utilizado em uma bike de MTB.

Estes tipos de pedais podem ser encontrados em diferentes marcas, a maioria requer o uso de uma sapatilha especial que se trava ao pedal. Porém, são recomendados para grupos de ciclistas mais experientes.

Sistema de freios

O sistema de freios é fundamental para todo meio de transporte, pois ele garante a segurança de quem o utiliza. Nas bikes, ele se apresenta de diversas formas, sendo os mais populares o v-brake, freio a disco hidráulico e freio a disco mecânico.

Sistema de freio a disco para bicicleta. Foto: Getty Images.

O mais seguro e durável é o freio a disco hidráulico, e os ciclistas sabem disso. Não é à toa que ele é o mais popular no MTB.

Também funcional, porém um pouco mais brusco, o disco mecânico faz uma frenagem mais dura por conta da utilização de cabos de aço para o acionamento.

Para quem busca uma opção mais básica e com preço mais acessível, o v-brake é a opção. Apesar de cumprir sua tarefa de frenagem, seu desempenho é muito inferior.

Suspensão

Em bikes de MTB, a suspensão é a principal responsável por absorver os impactos e entregar maior desempenho para o ciclista. As bikes mais comuns possuem a suspensão dianteira.

Algumas modalidades, no entanto, requerem um sistema mais robusto, como as chamadas full suspension, que ficam localizadas no quadro da bike.

Assim como a dianteira, a suspensão no quadro possui a mesma função, o que as diferem é o formato, já que o quadro precisa suportar muito mais impacto, principalmente em descidas.

Cubo e Roda

Destaque em cubo e roda. Foto: Getty Images.

No geral, a roda de uma bike MTB é formada por pneus, câmaras de ar, aro, raio e cubo. Via de regra, o cubo da roda é projetado para suportar impactos e p roporcionar equilíbrio ao conjunto todo. Para isso, possui um eixo no centro onde a roda é encaixada.

Quanto às rodas, elas podem ser de aro 26, 27.5 ou até mesmo de aro 29. Nas modalidades de MTBs, as rodas de aro 29 são as mais utilizadas, enquanto as de 26 são as de menor uso.

Pneus

Com a tarefa de garantir boa aderência ao solo nas trilhas a serem percorridas, a escolha do pneu adequado deve ser condizente com o trajeto a ser feito.

Fatores como largura e tamanho do aro são questões altamente relevantes nessa escolha. Por exemplo, a escolha de um pneu estreito faz com que a pedalada fique mais pesada, enquanto os mais largos são mais confortáveis e aderentes ao solo.

Modelos de Mountain bikes

Modelo de bike para MTB full suspension. Foto: Getty Images.

Em relação aos modelos de mountain bikes, há dois modelos de bicicletas mais comumente encontradas: a hardtail e a full suspension. Cada uma delas possui características distintas que as tornam melhores para determinados estilos.

Vamos conhecer um pouco mais sobre ambos os modelos:

HARDTAIL

O modelo de bike hardtail possui apenas suspensão dianteira e quadro rígido. O intuito dessa configuração é proporcionar maior distribuição do impacto, oferecendo ao ciclista maior controle ao pedalar.

Este é o modelo utilizado em grande parte de estilos de solos irregulares como descidas, trilhas, asfalto, arenoso e estradas de terra.

Full Suspension

Compostas por suspensões dianteiras e traseiras, as bicicletas full suspension são mais flexíveis e confortáveis. Além de facilitarem a dirigibilidade do ciclista, absorvem bem os impactos. Logo, seu uso é maior nos solos mais difíceis e tortuosos.

Escolhendo a melhor bicicleta para mountain bike

Bicicleta para Cross Country e outras modalidades de Mountain Bike. Foto: Getty Images.

A melhor bike para mountain bike é sem dúvidas aquela que se adequa exatamente ao corpo do ciclista.

Não por acaso, o bike fit tem crescido exponencialmente, proporcionando inúmeras vantagens e benefícios aos adeptos, tendo eles pouca ou muita experiência.

Através de um software específico, o bike fit analisa e considera todas as medidas do corpo do ciclista para indicar com propriedade a melhor configuração para a bicicleta.

Este tipo de personalização garante o máximo de conforto e desempenho tanto para o Mountain Bike, quanto para as demais modalidades e subtipos do ciclismo.