Atleta praticando MTB. Créditos: Pexels, Irene Lasus

Grupo SRAM: entendendo a hierarquia dos grupos

A empresa SRAM é considerada a segunda maior marca de componentes de bicicletas do mundo. Conhecida por seus sistemas de transmissão, a empresa atende desde as necessidades de ciclistas iniciantes até ciclistas mais experientes.

O nome da empresa é a junção do nome dos criadores: Scott, Ray e Sam. É conhecida pelo desenvolvimento do grip shift, e também pelo processo contra a Shimano, empresa japonesa, onde acusaram-na da tentativa de criar um monopólio.

Jovem praticando MTB. Créditos: Unsplash, Kay Liedl

A empresa é focada na criação de produtos de alta qualidade e, mantendo a sua produção focada, não trabalha com a fabricação de bicicletas. A SRAM é uma fabricante unicamente de componentes para as bikes, mais especificamente, de sistemas de transmissão.

Nesse artigo falaremos sobre os grupos SRAM, isso é, as linhas de componentes que a marca possui, e a hierarquia desses modelos. Trabalhando com diversos modelos, a SRAM possui desde a sua linha de nível básico até a níveis profissionais, para MTB e outras modalidades do ciclismo.

Existem grupos de MTB, de road bikes, speed, e outros. Esses também podem ter diferenças no número de velocidades, no seu peso e outras características. Abaixo falaremos de alguns dos principais grupos SRAM, separando pelo seu uso mais indicado.

Linha de produtos SRAM

Como já foi dito anteriormente, a SRAM não oferece bicicletas completas, mas apenas os componentes. Isso inclui as famosas transmissões, carro chefe da empresa, assim como outras peças, como freios, movimento central, etc.

Grupo de produtos da Eagle GX AXS. Imagem retirada do site da SRAM.
Grupo de produtos da Eagle GX AXS. Imagem retirada do site da SRAM.

Uma de suas maiores concorrentes é a Shimano. Ambas as marcas estão no topo de vendas, e o motivo principal para a escolha dos ciclistas, é a preferência pessoal. Com preço e qualidade bem próximos, a escolha se torna mais pessoal e menos técnica.

Porém, existem algumas diferenças que também podem influenciar nessa decisão. A taxa de ativação de câmbio da SRAM é de 1:1, o que torna-o menos sensível à influências. Além disso, as suas engrenagens são de toque duplo, e são trocadas com um mecanismo de alavanca.

Abaixo falaremos melhor sobre a hierarquia dos grupos da SRAM para você entender melhor cada um deles e realizar a sua escolha da melhor maneira possível.

Grupos para o mountain bike

Antes da Shimano, a SRAM foi a primeira empresa a oferecer peças para bikes com 12 velocidades para os praticantes de MTB.

Isso pode ser considerado um marco, visto que hoje em dia a maior parte das bicicletas de aro 29, e ainda outras, utilizam essa configuração de marchas.

O conjunto de grupos para MTB conta com o grupo Eagle e outros modelos especiais. Falaremos mais sobre eles abaixo!

Grupo SRAM Eagle, 12 velocidades

Eagle é o grupo SRAM que introduz as 12 velocidades em modelos para MTB. Ele possui a maior parte dos produtos oferecidos pela marca. No grupo Eagle existem diversos grupos, que serão listados em seguida.

Alguns dos componentes da linha Eagle. Imagem retirada do site da SRAM.

SRAM XX1 eagle axs

Um dos modelos mais indicados para a prática do cross country, o SRAM XX1 Eagle AXS é o melhor que a empresa pode oferecer. Com todas as tecnologias que a marca possui, esse grupo conta também com a troca de marchas sem fio, utilizando a transmissão de dados para realizar o comando.

Controle de marchas e do canote retrátil do grupo SRAM XX1 Eagle AXS. Imagem retirada do site da SRAM.

O grupo é feito com materiais leves, como a fibra de carbono, garantindo maior conforto e velocidade ao ciclista. Possui também, no mesmo trocador de marcha, um controle para o canote retrátil. Além disso, possui o sistema contra impacto, overload clutch.

Dentro da hierarquia dos grupos SRAM, ele pode ser considerado o mais tecnológico e o topo da produção do fabricante.

O câmbio traseiro XX1 Eagle AXS pode ser utilizado em conjunto com componentes de outros grupos, como os para estrada ou gravel.

Câmbio XX1 AXS. Imagem retirada do site da SRAM.
Ficha técnica

Câmbio: Eletrônico 12v;
Cassete: 10-50d;
Pedivela: Carbono; 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 30d, 32d, 34d, 36d ou 38d;
Corrente: Acabamento Rainbow;
Trocador: Eletrônicos, abraçadeira Matchmaker X

SRAM XX1 Eagle

O modelo XX1 Eagle possui quase as mesmas configurações do Eagle XX1 AXS. Em comparação, o modelo não possui a troca de marchas sem fio, nem o controle do canote retrátil. Ele é a opção mecânica do modelo mais tecnológico da SRAM.

Sendo um dos produtos de maior qualidade da marca, o grupo SRAM XX1 Eagle é o mais recomendado para atletas profissionais. Possui componentes com baixo peso e troca de marcha rápida, além das tecnologias X-Auctuation e X Horizon, evitando trocas de marcha fantasmas.

Trocador SRAM XX1 Eagle. Imagem retirada do site da SRAM.
Ficha técnica:

Câmbio: Mecânico 12v;
Cassete: 10-52d;
Pedivela: Carbono; 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 30d, 32d, 34d ou 36d;
Corrente: Acabamento cobre, preto, rainbow ou dourado;
Trocador: Mecânico, Matchmaker X e Grip Shift.

SRAM X01 Eagle AXS

Já o grupo X01 Eagle AXS, apesar de contar com muitas tecnologias que os modelos citados anteriormente possuem, é fabricado com outro material. O grupo também possui a troca de marchas eletrônica, assim como o XX1 AXS. Também conta com a tecnologia contra impacto, overload clutch.

Apostando em um modelo mais robusto, especialmente criado para a prática de trail riding e enduro, as suas peças são feitas em aço inox e alumínio. Já a pedivela continua sendo em fibra de carbono, mas possui uma construção reforçada.

Câmbio traseiro X01 AXS. Imagem retirada do site da SRAM.
Ficha técnica:

Câmbio: Eletrônico 12v;
Cassete: 10-52d;
Pedivela: Carbono; 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 32d;
Corrente: Acabamento prateado;
Trocador: Eletrônico, Matchmaker X.

SRAM X01 Eagle

Assim como o XX1, essa é a versão mecânica do grupo X01 AXS. Dessa forma, continua sendo muito recomendado para a prática de trail riding e enduro. Porém, ele ainda possui algumas diferenças além da mudança de câmbio.

Cassete X01 Eagle. Imagem retirada do site da SRAM.

O grupo possui duas opções de pedivelas e diversas coroas. As escolhas variam entre os 26 e 40 dentes, boas peças para subir e descer montanhas e terrenos difíceis.

Ficha técnica:

Câmbio: Mecânico 12v;
Cassete: 10-52d;
Pedivela: Carbono; 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 30d ou 32d;
Corrente: Acabamento prateado;
Trocador: Mecânico, Matchmaker X e Grip Shift.

SRAM GX Eagle

Os componentes do grupo GX Eagle são criados para ser o grupo intermediário da hierarquia da SRAM para MTB. Com um custo benefício mais atrativo, os peças do grupo são feitas em alumínio, o que ainda garante a leveza mas diminui o custo do produto.

Grupo SRAM GX Eagle. Imagem retirada do site da SRAM.

O grupo SRAM GX busca atender as necessidades daqueles que buscam começar a competir, sendo um grupo de MTB intermediário. O grupo também possui a tecnologia de clique único do trocador do câmbio traseiro, encontrada em modelos mais avançados.

Ficha técnica:

Câmbio: Mecânico 12v;
Cassete: 10-52d;
Pedivela: Alumínio; 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 30d, 32d ou 34d;
Corrente: Acabamento em prata e preto;
Trocadores: Mecânico, Matchmaker X e Grip Shift.

SRAM GX Eagle AXS

Como é possível imaginar, essa é a versão com a troca de câmbio eletrônica do grupo SRAM GX Eagle. Contando com o mesmo material que é produzido o grupo mecânico, possui a mesma durabilidade e pouca diferença de peso.

Kit GX AXS. Imagem retirada do site da SRAM.
Ficha técnica:

Câmbio: Eletrônico 12v;
Cassete: 10-52d;
Pedivela: Alumínio; 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 30d, 32d ou 34d;
Corrente: Acabamento em prata e preto;
Trocadores: Eletrônico, Matchmaker X.

SRAM NX EAGLE

Um grupo de entrada da hierarquia SRAM, o NX Eagle é um conjunto de componentes pensado para o iniciante na prática de MTB. Sem perder a qualidade e o desempenho, o grupo ainda possui 1 velocidade a mais comparado com o seu parente SRAM NX, novidade introduzida no grupo Eagle, e a maioria das tecnologias mais avançadas.

Grupo NX Eagle completo. Imagem retirada do site da SRAM.

A maior diferença está no fato de que o seu cassete é 11-50d, e não 10-52d. Isso torna o modelo um pouco mais limitado, mas, de forma geral, não perde a sua eficiência na grande maioria dos terrenos mais difíceis, apesar de possuir uma velocidade final menor.

Ficha técnica:

Câmbio: Mecânico 12v;
Cassete: 11-50d;
Pedivela: Aço e alumínio; 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 30d, 32d ou 34d;
Corrente: Acabamento em cinza;
Trocadores: Mecânico ou Grip Shift.

SRAM SX Eagle

Assim como SRAM NX Eagle, essa é uma linha SRAM de entrada. É o grupo de modelagem mais simples, o que faz com que tenha menos tecnologias e mais peso, pois o seu material de composição é outro.

Pedivela e coroa SX Eagle. Imagem retirada do site da SRAM.

Bem parecido com os modelos da linha SRAM NX e NX Eagle, a sua maior diferença é a mudança de marcha e a falta da embreagem Roller Bearing Clutch. Como nesse grupo não existe a roldana guiando o câmbio para dentro, as trocas de marcha são mais pesadas e lentas. Porém, isso facilita a manutenção do equipamento.

Ficha técnica:

Câmbio: Mecânico 12v;
Cassete: 11-50d;
Pedivela: Alumínio e aço; 155 mm, 165 mm, 170 mm ou 175 mm; 30d, 32d ou 34d;
Corrente: Acabamento em prata e preto;
Trocadores: Mecânico.

Grupos de mountain bike com 10 e 11 velocidades

A linha Eagle, apresentada acima, é o grupo SRAM de componentes para bikes de 12 velocidades. Porém, existem outras categorias, com 10 e 11 velocidades.

Outra diferença entre os grupos “comuns” e os Eagle, é a falta do sistema AXS, que é disponível apenas para modelos do grupo Eagle. Como os modelos de 11 velocidades estão ficando ultrapassados, a sua venda tem caído e a própria fabricante já tem diminuído a produção e exportação dos componentes.

Encontrar peças para bikes de 11 velocidades pode ser relativamente fácil no Brasil, mas como são modelos que já estão saindo de linha, podem não ser os mais recomendados.

Falaremos abaixo sobre alguns desses grupos, que estão caindo em desuso com o tempo. Esses continuam sendo um grupo de MTB, apenas com outro setup de velocidade comparado ao grupo Eagle.

SRAM XX1

A maior diferença encontrada na comparação entre esses produtos é o setup de velocidades, que possui uma a menos do que o grupo Eagle. Porém, continua sendo um bom grupo de mountain bike.

Câmbio traseiro XX1, com a tecnologia X-HORIZON. Imagem retirada do site da SRAM.

Portanto, com tecnologias muito parecidas e com componentes feitos em fibra de carbono, os componentes do grupo SRAM XX1 garantem uma boa qualidade pra prática do esporte, além da leveza que o material pode oferecer. O grupo também possui a opção de trocador de marchas no estilo grip shift.

Esse continua sendo um ótimo modelo, recomendado para a prática de cross country. Dentro da hierarquia dos grupos SRAM, ele continua estando no topo quando se trata de modelos de 11 velocidades.

Ficha técnica:

Câmbio: Mecânico 11v;
Cassete: 10-42D;
Pedivela: 170mm, 175mm; 26d, 28d, 30d, 32d, 34d, 36d, 38d ou 40d;
Corrente: Acabamento prateado;
Trocador: Mecânico ou Grip Shift.

SRAM X01

Atendendo aos ciclistas que procuram um uso mais intenso de sua bike, o grupo SRAM X01 é indicado para a prática de cross country e downhill. Por atender diferentes categorias, o grupo X01 possui diversos componentes que podem ser trocados de acordo com o uso específico do ciclista.

Coroa X-SYNC do grupo SRAM X01. Imagem retirada do site da SRAM.
Coroa X-SYNC do grupo SRAM X01. Imagem retirada do site da SRAM.

Começando pelas correntes e o câmbio traseiro, o grupo possui 2 cassetes diferentes que podem ser utilizados, sendo um mais apropriado para o XC, com 11 velocidades, e o outro mais indicado para os praticantes de DH, com apenas 7.

Cassette X01 recomendado para DH. Imagem retirada do site da SRAM.
Cassette X01 recomendado para DH. Imagem retirada do site da SRAM.
Cassete X01 X-DOME, recomendado para XC. Imagem retirada do site da SRAM.
Cassete X01 X-DOME, recomendado para XC. Imagem retirada do site da SRAM.

O grupo SRAM X01 também possui três tipos de trocador de marcha (dois no estilo trigger e um grip shift), e duas pedivelas, uma para cada modalidade do esporte, citadas acima. Ambas as pedivelas são feitas em fibra de carbono reforçada, garantindo a leveza e a resistência.

Com tantas possibilidades de modificação, é certo de garantir o seu desempenho, seja na modalidade que desejar.

Ficha técnica:

Câmbio traseiro: Mecânico 11v;
Cassetes: 10-42D;
Pedivela: alumínio ou carbono; 165 mm; 170mm, 175mm; 26d, 28d, 30d, 32d, 34d, 36d, 38d ou 40d;
Corrente: Acabamento prateado;
Trocador: Mecânico, Matchmaker X e Grip Shift.

SRAM NX

O grupo SRAM NX possui muitas similaridades com o grupo Eagle, possuindo a maior parte das tecnologias do mesmo, mas num setup com 1 velocidade a menos.

Câmbio traseiro NX. Imagem retirada do site da SRAM.

Contando com tecnologias como X Horizon, embreagem Roller Bearing Clutch e X-Actuation, é um ótimo grupo para quem deseja desempenho em uma bike com 11 velocidades.

Ficha técnica:

Câmbio traseiro: Mecânico 11v;
Cassete: 10-42D;
Pedivela: alumínio e aço; 155 mm, 165 mm; 170mm, 175mm; 28d, 30d, 32d, 34d, 36d ou 38d;
Corrente: Acabamento prateado;
Trocador: Mecânico, Matchmaker X e Grip Shift.

SRAM EX1

Apostando em modelos mais tecnológicos, a SRAM apresenta a linha EX1, pensada no crescente mercado de e-bike. Como as bikes elétricas demandam maior resiliência das peças, por ser necessário que aguentem uma força maior, a empresa lançou a essa linha com materiais mais robustos.

Pedivela eletrônico EX1. Imagem retirada do site da SRAM.

O grupo possui uma grande gama de cassetes, mas apenas 8 velocidades. Como é equipado com a tecnologia de 1 velocidade, a troca de marcha é feita de maneira intuitiva, mitigando o risco de quedas de corrente e outros danos.

Ficha técnica:

Câmbio traseiro: Mecânico 8v;
Cassete: 11-48D;
Pedivela: alumínio e aço; 170mm, 175mm; 28d, 30d, 32d, 34d, 36d ou 38d;
Corrente: Acabamento prateado;
Trocador: Mecânico, X Auctuation.

SRAM GX

Já a linha SRAM GX possui diversas possibilidades de modificação. Apesar de não estar no topo da hierarquia dos grupos SRAM, a linha se dá muito bem em diversos contextos, especialmente por ser tão modificável.

A SRAM GX pode ser utilizada com um sistema de 1×11, 2×10, ou 2×11; isso é, pode possuir 11 ou 10 velocidades e ainda uma coroa ou duas. Isso garante a flexibilidade do uso do equipamento pelo ciclista, onde pode-se obter diferentes tecnologias conforme desejado.

Trocador GX 11v X-ACTUATION. Imagem retirada do site da SRAM.

Por exemplo, é possível utilizar a tecnologia X Horizon, que é disponível com a pedivela e a coroa de 1×11 da linha SRAM GX, ou o trocador com X-Actuation ou Grip Shift. A lista de câmbios disponíveis também é grande, o que torna essa linha ótima para os que querem modificar o máximo possível a sua bike.

Ficha técnica:

Câmbio traseiro: Mecânico 2x10v com trava, 2x10v sem trava, 2x11v com trava, 1x11v com trava;
Cassete: 10-42D ou 11-36d;
Pedivela: alumínio e aço; 170mm, 175mm; 30d, 38d, 36/22d ou 38/24d;
Corrente: Acabamento cinza, preta ou prata;
Trocador: Mecânico, X Auctuation.

Grupos fora de linha

Como foi mencionado, existem modelos que estão saindo de linha, pois com o estado das tecnologias de hoje, não valem mais a pena serem produzidos.

Essas linhas são a SRAM X4 e a SRAM X3. Esses eram considerados as categorias econômicas da fábrica, estando embaixo na hierarquia. Com o avanço das tecnologias, os modelos de entrada da SRAM hoje já são melhores e possuem um bom custo benefício, ainda assim.

Trocador do grupo SRAM X4. Imagem retirada do site da SRAM.

Contudo, ainda é possível, para os que desejam uma bicicleta inicial, procurar peças do grupo SRAM X4 ou X3. Porém, em comparação com os outros grupos apresentados acima, eles perdem no quesito de desempenho.

Qual marca escolher: SRAM ou Shimano? Qual o grupo?

Como já foi comentado anteriormente, a SRAM e a Shimano são marcas que possuem produtos de qualidade bem parecida. Isso faz com que a escolha seja mais voltada ao consumidor e a sua preferência pessoal.

Eagle X01 AXS em uso. Imagem retirada do site da SRAM

Lembrando que é importante conhecer o equipamento e as tecnologias empregadas no seu desenvolvimento. Assim, você poderá escolher com base no conhecimento que adquirir quanto os produtos.

Esperamos que, com as informações apresentadas nessa página, você possa realizar a sua escolha, sem erro, do grupo SRAM que irá comprar, pensando no desempenho para o tipo de uso e a velocidade que deseja.

Leia também o nosso artigo sobre a Hierarquia dos Grupos da Shimano.